Você vai ler sobre a fuga ocorrida na manhã de quinta-feira no CDP de Caraguatatuba. As imagens do circuito interno mostraram fragilidade na vigilância e houve exoneração do chefe, com mudança imediata na direção. O detento Maiky Entonny Venancio França aproveitou trabalhos internos e foi recapturado na Praia do Saco da Capela, em Ilhabela, onde vendia cocos, após a mãe da vítima contratar um investigador particular. As forças de segurança mantêm o cerco no litoral e informações podem ser passadas pelo Disque Denúncia.
A fuga que virou vídeo e provocou exoneração
O vídeo impressionou pela rapidez: em menos de dois minutos, um detento escapou do Centro de Detenção Provisória (CDP) de Caraguatatuba. As imagens evidenciaram falhas na vigilância. Resultado: o chefe de departamento da unidade foi exonerado no mesmo dia e a Polícia Penal abriu apuração para apurar responsabilidades.
Por volta das 5h30 da manhã, o detento, com autorização para limpeza, estava no setor de recebimento de mercadorias. Pelo vídeo, ele abriu o cadeado da portinhola usada para os jumbos — caixas enviadas por familiares — trocou de roupa ali mesmo e saiu por uma passagem estreita. Tudo muito rápido: menos de dois minutos. Orientações oficiais sobre gestão prisional podem ser consultadas no Departamento Penitenciário Nacional do Brasil.
Quem é o fugitivo
Trata‑se de Maiky Entonny Venancio França, detido desde 28 de fevereiro de 2025. Ele responde por um homicídio cometido em junho de 2023, em Franca (SP). As imagens aumentaram a indignação da família da vítima e da comunidade local. As regras sobre execução das penas e procedimentos no sistema prisional estão previstas na Lei de Execução Penal nº 7.210/1984.
Conclusão Chefe do CDP exonerado por fuga de suspeito
A fuga no CDP de Caraguatatuba deixou claro que uma pequena falha pode abrir uma grande porta. As imagens mostraram a fragilidade da vigilância; a resposta das autoridades veio com exoneração e investigação. A história teve um desfecho inesperado com a recaptura de Maiky Entonny Venancio França em Ilhabela, graças à atuação de um investigador particular contratado pela família da vítima. A reação cidadã e a pressão pública mostram que atenção e colaboração comunitária fazem a diferença.





